Você Pode! Nós Podemos!


Dia 19 de novembro conheci o Dr Carlos Gonzalez pessoalmente, quem me conhece um pouquinho sabe o quanto admiro e acompanho o trabalho dele. Sou muito tiete sou uma "Gonzalete"!! Sou aquela pessoa que quando vê uma mãe desesperada, culpada e angustiada fala: "Você já leu o Dr Carlos Gonzalez?!"


Falo isso e faço muita propaganda porque o Dr Gonzalez me libertou e me fez ver um monte de coisas de forma diferente, lendo os livros dele me tornei uma mãe melhor e mais segura, uma mãe possível.

Além de me auxiliar na minha maternagem, ele me ajudou também no atendimento às mães e gestantes, com o olhar empático dele aprendi a ser mais acolhedora e melhor profissional.


Li o seu primeiro texto em um grupo de mães no ano de 2012, era um texto sobre gases e cólicas em bebês. Fiquei encantada, ele explicava num texto baseado em evidências, que um bebê que ficava mais no colo em posição vertical e junto da mãe tinha menores chances de ter gases, isso se dá porque quando está em contato direto com a mãe o bebê tende a chorar menos, chorando menos ele engole menos ar e assim, a probabilidade de ter gases diminui.


Joguei o nome dele no google e veio a citação: "Não existe nenhuma doença mental causada por excesso de colo, de carinho, de afagos… Não há ninguém na prisão, ou no hospício, porque recebeu colo demais , ou porque cantaram canções de ninar demais para ele, ou porque os pais deixaram que dormisse com eles. Por outro lado, há, sim, pessoas na prisão ou no hospício porque não tiveram pais, ou porque foram maltratados, abandonados ou desprezados pelos pais."


Pronto, coloquei na reciclagem o livro da Encantadora de Bebês e aquele das crianças francesas, ganhei ambos de amigas bem intencionadas quando estava tentando engravidar. Hoje elas também leem Gonzalez! Yey!.

Comecei a ler o "Besame Mucho". Teve um dia que estava no metro e perdi a minha estação três vezes, não conseguia parar de ler o livro.


Gonzalez respeita e reconhece a criança, liberta e respeita as mães e fala de maneira simples que a maternidade pode ser libertadora e que as regras na criação dos filhos quem faz é cada casal, de acordo com as suas possibilidades e de acordo com o que faz sentido e é útil para cada um.


Acredito que liberdade vem acompanhada de autonomia e responsabilidade, quando escolhemos, decidimos e bancamos temos que arcar com isso, na sociedade em que vivemos é em certo ponto comum atribuir a responsabilidade à terceiros: "Meu médico que mandou, a psicóloga falou que não pode ou a minha família não aceita." Quando há empoderamento, auto responsabilidade e congruência os resultados são seus. Pode dar tudo errado? Pode dar tudo certo?


Tudo pode! Você pode! Eu posso! Nós podemos.


Confiemos!


Damiana Angrimani Bonavigo é mãe da Manuela e Psicóloga.




#apego #CarlosGonzalez #CamaCompartilhada #MaternidadeConsciente #BesameMucho

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