QUEM SOU EU   

Há algum tempo aconteceu o nascimento de uma mulher que queria se tornar mãe. Por conta disso, decidiu buscar informação e autoconhecimento. Planejou a gravidez, engravidou, comemorou, perdeu o bebê, sofreu, chorou, esperou por uma nova gravidez, comemorou novamente a sua chegada e depois passou por um parto bem distante do que ela havia idealizado e por uma experiência chamada puerpério bem sofrida e pela qual ela nunca havia sequer lido, falado ou se preparado para enfrentar.

Percebeu, após essa enxurrada de emoções e descobertas, que durante a gravidez e, até antes dela, seria muito importante ter trabalhado terapeuticamente certas questões e que, se o tivesse feito, provavelmente não teria sido tão difícil passar por todas essas mudanças. Afinal, o atendimento psicológico possibilitaria um contato profundo com suas questões e poderia dar suporte para uma melhor qualidade de vida emocional.

Após o primeiro ano de sua filha, essa mãe começou a trabalhar questões internas, relacionadas às experiências de luto, maternidade e parto, iniciando assim, um trabalho árduo e profundo de integração de papéis e expectativas com a sua realidade. 

Por conta do trabalho terapêutico, pôde perceber que o parto e a maternidade, mesmo que distantes do idealizado, trouxeram transformação e ampliação de consciência e deram a ela uma energia vital e vontade de ser melhor para si mesma, sua filha e para outras mulheres. 

Essa mãe queria que outras mulheres fossem ouvidas e respeitadas e, mais do que isso, que tivessem informações reais e científicas para embasar suas escolhas. Ela retomou a psicologia e mudou o foco de atendimento. 

Essa mãe sou eu, a Damiana.

 

Sou a mãe da Manuela, psicóloga, foco meu atendimento em mulheres, gestantes e mães e busco sempre ser empática e acolhedora durante o trabalho.

 

Atendo mulheres que buscam autonomia e equidade. Durante os atendimentos algumas das questões trabalhadas são relacionadas à escolhas, planejamento familiar, carreira e relações.

Nos atendimentos a gestantes podem ser trabalhadas questões como preparação para o parto, elaboração do processo de gravidez, parto e pós-parto, apoio à amamentação e aspectos psicológicos do puerpério.

Nos atendimentos a mães questões como integração da mulher e mãe, comunicação não violenta, escolhas referente à criação, à carreira e aspectos relacionados à nova vida surgida após a maternidade também podem ser trabalhados.